quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

      No amor desesperado é sempre assim, não é? No amor desesperado, nós sempre inventamos os personagens dos nossos parceiros, exigindo que eles sejam o que precisamos que sejam, e depois ficando arrasados quando eles se recusam a desempenhar o papel que nós mesmos criamos.
(Elizabeth Gilbert)

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Demonstre-me seus sentimentos com palavras, ficarei lisongeada em lê-los.